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domingo, 30 de dezembro de 2012

Certos momentos



Um dia me olhei no espelho já não reconheci mais aquele ser de frente para aquele pequeno reflexo que se transmitir daquele vidro. Depois de tantas mudanças e tantas decisões difíceis que havia tomado para superar os problemas. Ao olhar para espelho vi que estava me tornando em algo que jamais gostaria de ser, porém a vida não nos deixa muita escolha e acabamos sendo forçado a tomar decisões que iram prejudicar outras por beneficio de outros.
E com tempo acabamos nos tornando em monstro sem perceber e nas poucas vezes que notamos nos que estamos tornamos não há mais como remediar os efeitos cascatas que estão para ocorrer. E ficamos presos nesse ciclo que o mundo criou, um ciclo amaldiçoado pelo tempo e espaço que tende a se repetir e repetir varias vezes.
Muitas tentam destruí esse ciclo, porem acabam sendo engolidos por ele e se perdendo por completo dentro dessa forma monstruosa. Somos seres frágeis no mundo hostil e sem piedade. Somos almas que tendem a se perder e seres sem coração que só visam a si mesmos.
Quando olhei no espelho não vi mais uma pessoa e sim um monstro que se alimenta da existência dos outros e não se importa mais com nada que não seja eu mesmo. Me tornei no monstro que o ciclo do mondo que vive criando desde que os seres aprenderam a se comunicar com palavras e dar valor ao dinheiro invés no de dar valor ao seus semelhantes.
Me tornei no ser que todos um dia gostaria de ser, pois assim não sentiriam remorso quando passasse por cima dos semelhantes. Acabei me tornando no ser sem coração que todos conhecem por milionário ou bilionário. Onde todos almejam e poucos conseguem.
Somos os monstros que devoram a essência de cada ser desse mundo sem nenhum arrependimento e triste ver que nenhum de vocês percebem isso.

Autor: Adonis Luiz

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Capitulo 2




Na cidade de (CIDADE A DEFINIR) e numa boate requintada um homem com roupa formal observar uma bela dama no balcão do bar tomando sua bela dose de whisky com seu belo sorriso começa a se aproxima daquela morena com um vestido que ir ate de baixo do joelho, com uma levada para vermelho claro, porém liso. Ele cabia no corpo dela perfeitamente e seus cabelos que passavam do ombro com seu tom castanho claro. Sua aparência a vazia deslumbrar qualquer um que a via. A bela moça percebeu se aproximando dela e deu aquele belo olhar para o encanta e aumentar o desejo dele por ela. Ao chegar perto dela, ele ver a cor dos belos olhos que ela possui é uma cor levada para o mel.
???: Posso pedir para que você me acompanhe numa dança?
???: Poder pode. A questão é? Se eu irei aceitar.
???: Você ira me deixar na vontade sentir o seu corpo junto ao meu num compasso que só a musica pode proporcionar?
???: Hum, então você sabe fala bonito. Eu gosto de homens assim que sabem falar e encantar uma dama com lindas palavras. Mais me responda algo?
???: O que?
???: Entre tantas mulheres por que me escolheu?
???: Escolhi-te dentre todas pelo seu belo charme que encanta qualquer um que a veja.
???: Então como prêmio lhe concederei essa dança que você me pediu para lhe acompanhar e espero que não me arrependa.
???: Com certeza farei do meu melhor para não te decepcionar.
Os dois vão o centro da boate para começar a dança e uma musica lenta toca no momento. No belo compasso que se toca os dois juntam o seu corpo a tal ponto que ele consegue deixar o seu rosto ao lado dela e sussurrar uma pequena pergunta.
???: Agora que estamos aqui juntos você poderia me dizer o nome da bela dama que esta me acompanhando nessa bela musica.
???: Vejo que você esta bem interessando. Mais por educação se apresente primeiro caso contrario e não irei te falar o meu.
???: Compreendo e respeitarei o seu ponto de vista. Eu me chamo Cloud Dilermando.
???: Prazer Cloud Dilermando, o meu é Adriana Leônia.
Cloud: Prazer Adriana. Agora me diga o que uma bela morena como você gosta de fazer?
Adriana: Acho que não seja interessante saber o que gosto de fazer, pois o local que estamos não me permiti.
 Cloud: Hum... Estou vendo que você é bem quente, além de  encantadora.
Adriana: Você não acha que pensou errado não?
Cloud: Acredito que compreendi a mensagem exatamente do jeito que você quis transmitir.
Nesse mesmo instante a musica parar e ela se afasta dele vagarosamente e colocar o dedo indicador no meio dos lábios. E aquele olhar tentado lançado sobre os seus olhos o chamando para que ele a seguir-se.
Não resistindo ao olhar tentador que ela lançou o mesmo o segue pelo caminho que ela trilha na pista de dança, passando entre as pessoas e se desviando daqueles que estavam no compasso da musica que se iniciou.
Bela morena retorna para o bar e esperando novo companheiro a seguir ate o local. Ela observa o belo Cloud chegando cada vez mais próximo do bar. E percebeu que ele não tinha resistido aos seus belos encantos.
Com um belo sorriso e um olhar meigo que faria qualquer homem se derreter.
Adriana: O que você quer agora Cloud? Eu já lhe dei o direito de uma dança.
Chegando próximo dos ouvidos dela ele sussurra.
Cloud: Gostaria que você me acompanhe-se para outra festa que esta começando agora. O que você me diz?
Adriana: Uma ótima proposta... porém o que te fazer acreditar que eu irei aceitar?
Cloud: Só achei que você gostaria de ir para um lugar mais animado e fazer algo mais animado que ficar nessa boate. Mais se você não quer me acompanhar não irei forçar.
Adriana: Então isso é um ultimato?
Cloud: Não diria um ultimato, porém estou de partida se quiser vim? Seja bem vinda.
Adriana: Então irei, pois quero o quanto animando vai ser essa festa que você me propus.
Cloud: Tenha certeza que não ira se arrepender.
Os dois saem da boate e manobrista vem deixar o carro de Cloud um Audi R8 Spyder.
Adriana: Belo carro que você possui.
Cloud: Esse aqui?
Adriana: Sim.
Cloud: É só um dos cinco que possuo.
Adriana: Lindo, charmoso e ainda rico. Quem diria?
Cloud: Acredite você não ira encontra outro igual a mim em outro lugar em toda a sua vida.
Adriana: E ainda convencido, hum.
Cloud: Convencido não. Só sou realista é completamente diferente.


Os dois entram no carro e meia hora do local da boate chegaram num casarão que de vista parece pertencer ao um bilionário. Dentro dela estava acontecendo uma grande festa privada que poucos selecionados poderiam desfrutar.
Adriana: Belo casarão. Quem esta patrocinando essa bela festa?
Cloud: Um dos grandes magnatas da cidade e dono de um quinto da renda mundial. Em outras palavras alguém que poucos podem ter o privilegio de esta no mesmo ambiente.
Adriana: Se ele é tão importante assim, por que você me trouxe aqui? Você não acha que irei te envergonhar?
Cloud: Envergonhar-me? Não, pois eu sei que você tem ótimos modos, só pela forma como você se comportou minha bela Adriana.
Adriana: E ainda um ótimo observador cada vez mais esta me surpreendendo.
Cloud: Com o tempo você aprende analisar as pessoas da melhor possível e ver o que elas têm de melhor para contribuir para você.
Adriana: Entendo o que você quer dizer com isso. Mais vamos entrar ou só ficar aqui fora conversando?
Encostando no portão sai uma voz do visor.
Mordomo: Poderia me dizer o seu nome?
Cloud: Alfred sou eu o Cloud Dilermando.
Alfred: Oh senhor Cloud me desculpe não queria ser rude com você, mais você sabe como é procedimento?
Cloud: Sim, conheço Alfred. Não precisa se preocupar já que na minha residência procedo da mesma forma. Mais e ai ? Vai nos deixar aqui fora mesmo ou vai deixar nós entrar?
Alfred: Com toda certeza deixarei entrar. E seja bem vindo a casa do senhor (....).
Os portões se abrem e eles passam por um belo jardim varias rosas cultivadas na qual exalavam um belo aroma no ar. Chegando na porta da mansão um manobrista esperava para estacionar o carro em local.
Bem vindos a casa do senhor (...), espero que se divirtam bastante.
Cloud: Obrigado. Vamos minha bela Adriana.
Adriana: Vamos ver se iremos nos divertir mais que na boate onde eu estava.
Eles entram na festa e varias pessoas importantes se encontravam no local deste da politica ate do crime organizado.
Adriana: Belo local você me trouxe.
Cloud: É eu sei, mais não precisa se preocupar ninguém irá te machucar aqui e muito menos dar em cima de você já que você esta acompanhada comigo.
Depois de varias horas conversando com todos os tipos de pessoas ate o anfitrião. Chegou o momento de ir embora.
Adriana: Meu querido Cloud, creio que seja a hora de irmos embora, pois o dia esta raiando e gostaria de aproveitar mais um momento junto com você em outro canto.
Cloud: Gostei. Meus caros amigos que ficam espero que vocês aproveitem o resto da festa, pois eu tenho companhia para dar atenção especial.
Os dois saem da mansão e espera o manobrista trazer o carro.
Adriana: Aonde você gostaria de me levar agora?
Cloud: Conheço um ótimo lugar na qual podemos ficar sozinhos e aproveitar a companhia um do outro.
Adriana: Então me leve para lá.
Cloud: Então, assim seja.
No mesmo instante chega o manobrista com o carro e os dois entram.
Cloud a leva um pequeno motel de luxo e os dois reservam um quarto para o resto da noite. Ao entrarem a bela Adriana entra no banheiro para retocar a maquiagem, enquanto isso Cloud espera calmamente por ela.
Ao sai ela o ver sentando sobre a cama espero atenciosamente por ela. Com um pequeno charme ela vai se aproximando dele. Ao chegar senta sobre as coxas dele e o beija lentamente.
Cloud começa a sentir o seu corpo a ficar dormente vagarosamente e tentar falar algo, porém não consegue pronunciar nenhuma palavra.
Adriana: Então finalmente o efeito do paralisante começou. É exatamente o que você esta pensando. Acho interessante como vocês homens não aguentam ver uma bela mulher e não se deixar cair pelos encantos dela.
É um belo motel e bastante requintado é uma pena que aqui será o seu tumulo Cloud ou devo chamar de covarde que bate em mulheres indefesas. Você achou mesmo que ficaria impune por tudo que você fez a elas? Pois bem você acabou de cai nas garras de A Felina negra. 
Sou exatamente aquela que todos estão procurando e que ninguém jamais viu o seu verdadeiro rosto, pois todos os que conheço os elimino com estilo. Você foi escolhido para morrer de formar lenta e dolorosa.
               Nesse mesmo instante ela enfiar uma agulha longa atrás da nuca atingindo no cérebro. 

Adriana: E para ser franca eu também não descobriria, pois a mesma se encontra escondida na parte mais profunda da floresta amazônica. Mais o destino me pressentiu-o com esse pequeno presente.
 E com ela venho conseguindo eliminar pessoas como você desse mundo. Pessoas que machucam as mulheres e pensam que elas são as suas escravas.
Para mim só por vocês existirem corrompem a beleza desse mundo que vivemos. Foi fácil chegar próximo de você, o que não compreendo é como vocês caem tão fácil nesse ar de sedutora. Creio que pensam que podem desvendar o mistério que escondo atrás desses meus lindos olhos. 
Enquanto isso Cloud começa se contorce com efeito do veneno que se encontra na agulha. E sua mente começa apaga, porém antes disso ele a ver olhando para ele com um sorriso maligno que só um monstro pior do que ele poderia possuir.
Adriana: Menos um para me preocupar. A grande questão agora é como irei escapar daqui? Sem que ninguém veja.
Verificou todos os cômodos do quarto e a única opção seria sair pela janela, porém no lado de fora existia câmeras de vigilância.
Adriana: Então essa é única saída que possuo? Ainda bem que toda vezes as coisas sempre são emocionantes, por que senão não teria graça.
Ela sai pela primeira parte da janela e consegue desviar do ângulo da câmera que esta localizada a 2 metros direcionados a sua janela. O local esta meio escuro devido à privacidade que necessária dar para os casais que visitam esse tipo de lugar.
Com varias técnicas aprendidas com o seu velho mestre ela consegue desviar de todos os empecilhos e escapar do motel sem ser vista por ninguém.
Seguindo entre os becos da cidade se distancia do local do seu assassinato, porém nem tudo no mundo é fácil. Ao vira uma das esquinas do beco é surpreendida por tipo de buraco negro onde é puxada por efeito da atração da quantidade da pressão liberada por ele.
E desaparecendo do local sem deixar uma pista se quer da sua existência naquele local obscuro.